terça-feira, 8 de maio de 2018

Debate sobre Ministério da Segurança Publica



Adicionar legenda

Comissão mista debaterá MP que criou Ministério da Segurança Pública

câmara noticias.
comissão mista que analisa a Medida Provisória 821/18 realiza nesta quinta-feira (10) a primeira audiência pública. A MP dividiu o Ministério da Justiça e Segurança Pública em dois ministérios distintos: o da Justiça e o Extraordinário da Segurança Pública.
Foram convidados para o debate o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, que foi ministro da Justiça e da Segurança Pública e também secretário de Segurança Pública de São Paulo; o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, além de representantes do Ministério Extraordinário da Segurança Pública, do Ministério da Justiça, e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Pelo plano de trabalho apresentado pelo relator da comissão mista, senador Dário Berger (PMDB-SC), haverá uma segunda audiência pública. A comissão é presidida pelo deputado Gilberto Nascimento (PSC-SP).
Na explicação de motivos que acompanha o texto da MP enviado ao Congresso Nacional, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirma que a criação do novo ministério não implicará custos adicionais, pois utilizará parte da estrutura original do Ministério da Justiça.

comentário:
este ministério como foi comentado anteriormente por algumas alas de analistas, não tem gerado produção suficiente para se manter ativa. Alem do mais, por ser um ministério, esta totalmente focado e centralizado no Rio de Janeiro e nem mesmo assim tem feito um trabalho convincente frente aos delitos criminosos que assolam este estado, e tambem não tem executado tarefas as quais se comentava que seria o seu ojetivo obscuro.Um tiro n'água!

Projeto torna obrigatória identificação biométrica em estádios


Minimizar os lamentáveis episódios de violência que ainda ocorrem

Projeto torna obrigatório aparelho de identificação biométrica em estádios


A Câmara dos Deputados analisa proposta que obriga as entidades responsáveis pela organização de evento esportivo a instalar aparelhos de identificação biométrica que identifiquem os torcedores judicialmente impedidos de frequentar estádios esportivos.
A medida consta no Projeto de Lei 10089/18, apresentado pelo deputado Danrlei de Deus Hinterholz (PSD-RS). Pelo texto, que altera o Estatuto de Defesa do Torcedor (Lei 10.671/03), a obrigação valerá para estádios com capacidade para mais de 10 mil pessoas.
O parlamentar explica que atualmente já existe, no estatuto, a penalidade de impedir que torcedores violentos ingressem em arenas desportivas do país, em decorrência de decisão judicial ou aceitação de proposta de transação penal ou suspensão do processo contra esses cidadãos.
“No entanto, essa medida torna-se inócua na medida em que as entidades esportivas não contam com aparelhamento técnico suficiente para identificar, nos acessos de seus recintos esportivos, esses torcedores”, afirma Danrlei.
Tramitação
A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; do Esporte; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Animais cozinhando vivos num calor infernal.

um enorme campo de morte flutuante

Aos ministros de Agricultura e órgãos reguladores internacionais 




Uma testemunha anônima filmou escondida milhares de ovelhas empilhadas em um navio nojento, cozinhando vivas num calor infernal. 

Trata-se de um enorme campo de morte flutuante -- e MILHÕES de animais são transportados desse jeito todo ano.

A Organização Mundial da Saúde Animal se reunirá dentro de poucas semanas, e frente a essa horrível filmagem, alguns dos maiores exportadores de animais estão considerando uma proibição total do transporte de animais vivos em navios!

O protesto da população já venceu na Nova Zelândia. E agora, um site que denuncia maus tratos e outras atrocidades contra animais e pessoas está promovendo uma campanha para tentar salvar outros milhares que estão prestes a ter o mesmo destino. “se construirmos um enorme apelo global, poderemos salvar milhões de animais deste destino cruel”.
“Como cidadãos globais preocupados e extremamente chocados perante as condições nas quais ovelhas, gado e outros animais são exportados, pedimos encarecidamente que vocês trabalhem juntos para uma política que respeite o bem-estar animal, e elimine de vez tal crueldade. Caso essa política não seja implementada, a exportação de carga viva deve ser proibida”.

https://goo.gl/jjhixw


A III Feira Nacional da Reforma Agrária

Com 260 mil pessoas, feira do MST teve samba e rumo politico
São Paulo, 07 de maio de 2018
MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra


Com 260 mil pessoas, feira do MST teve samba e rumo politico



Num país em esforço permanente para encontrar um destino civilizado, a III Feira Nacional da Reforma Agrária produziu um marco histórico e um exemplo. 

Encerrada na noite de domingo, ao longo de quatro dias a Feira levou 260 000 pessoas ao Parque Água Branca, uma das mais antigas áreas públicas de São Paulo. Neste período, a praça de alimentação ofereceu 75 iguarias diferentes. As barracas de agricultores e feirantes comercializaram 420 toneladas de 1530 produtos. Na feira de livros, eram vendidas obras primas da ficção mundial e brasileira, além de raridades da literatura revolucionária do início do século XX, as vendas são estimadas, também, em várias toneladas.  

Inaugurado em 1929, o ano do crack da bolsa de Nova York e do anoitecer da República Velha, que no ano seguinte seria derrubada por Getúlio, o Parque nasceu como um local de ares elitistas, conservados até hoje numa arquitetura de estilo normando, própria para países de clima bem mais frio do que o nosso.

Seus idealizadores eram homens da Sociedade Rural Brasileira, nascida para defender os interesses da velha elite do café e que, mesmo dedicando-se a um leque mais variado de produtos, nunca abandonou a missão orginal, inclusive nos na Constituinte de 1988.
Exatamente 100 anos depois da abolição da escravatura, a SRB foi uma das forças mais articuladas de Brasília para um combate sem tréguas à reforma agrária. Como esta é, justamente,  a razão de ser do MST, havia uma obvia ironia no evento desses quatro dias, quase um aviso de que algumas mudanças históricas podem ser adiadas e retardadas, mas dificilmente serão impedidas.  

Formado há 34 anos, hoje uma das principais organizações engajadas na defesa dos direitos do presidente Lula, a bandeira do MST estava em toda parte do Parque.Inclusive numa área reservada, onde personalidades convidadas e artistas -- foram mais de 350 nos quatros dias -eram recebidos antes e depois das respectivas apresentações.  Na noite de domingo, o coordenador do MST e seu líder histórico, João Pedro Stedile, se dedicava a um afazer menos conhecido. A frente de três grandes panelões, Stedile comandava o preparo de um arroz carreteiro que, posso testemunhar, tinha um sabor grandioso  como poucas vezes se viu. "É uma velha receita de família", disse ele ao 247, no momento em que a iguaria -- o nome é adequado, sim senhor -- era servida aos integrantes da Unidos do Tuiuti, campeã moral, artística, política, o que mais você quiser, do carnaval 2018.

"Estamos abrindo um espaço de diálogo com a população de São Paulo", afirma João Paulo Rodrigues, coordenador nacional do MST.

Quem frequentou o parque Água Branca no final da década de 1950, início de 1960, guardou a lembrança de um ambiente público, aberto a quem quisesse entrar, mas nem tanto. Ali era o local de encontro não para os homens e mulheres simples da cidade, muito menos para o lazer trabalhadores rurais, mas um ambiente sob medida para grandes fazendeiros, seus descendentes e protegidos, a começar por sua área central --  um campo de areia, já usado para aulas de equitação e que no passado também serviu para concurso de animais de raça.

Mais tarde, animado pelas ondas universais do ambientalismo, no Parque se formou um ponto de encontro para a venda de produtos orgânicos e uma militância aguerrida, que incluiu a organização de protestos contra uma reforma ensaiada pela primeira dama de um dos inúmeros governadores de São Paulo que o PSDB já possuiu.

Nos quatro dias da Feira da Reforma Agrária, a área de equitação virou o coração da festa. Foi ali que, na noite de domingo, Martinho da Vila se apresentou. Militante político desde os tempos da ditadura militar, onze dias antes Martinho inscreveu seu nome na lista de personalidades impedidas de visitar o presidente Lula, encarcerado em Curitiba. Em São Paulo, ele empolgou a platéia quando cantou o clássico "Pequeno burguês", uma denúncia do ensino privado atualizada apelos cortes de Temer-Meirelles no crédito educativo, e provocou uma vibração especial quando puxou o coro "Lula Livre".  

Havia música e dança em outros lugares, também. À beira de um lago de águas escuras que serve de criadouro de carpas imensas, era possível participar de uma roda aberta de baião, onde todos dançavam até cansar. A poucos metros,  um trio de saxofone, pandeiro e violão, entoava chorinhos, com delicadeza e um visível esforço para não sair do tom. Quando ocorreu um pequeno deslize, um dos músicos lamentou, bem-humorado, com a certeza de que todos estavam entre amigos:  "eu disse que precisávamos ter ensaiado antes".

Tenho certeza de que, um dia, cenas que vi ontem no Parque Agua Branca estarão num filme brasileiro sobre esses dias difíceis e perigosos que o país atravessa, quando tudo parece perdido mas onde muitas pessoas não desistiram de tentar ser felizes. Quero ter a chance de ouvir de novo a conversa de duas irmãs que, no 1 de maio, tomaram o ônibus noturno para uma viagem de seis horas até Curitiba, aonde explodiram os pulmões de tanto gritar "Lula Livre!" em frente a sede da Polícia Federal. Depois, passaram uma noite na casa de uma moradora  local que ofereceu hospedagem e  voltaram a São Paulo com a certeza de que tinham acompanhado um momento da história de suas vidas que nunca mais vai se repetir. "Todo mundo deveria fazer isso," dizia uma delas, sentada numa mesinha perto da roda de baião. "Todo mundo". Por que?, pergunto. "Quem não entendeu o que é o Lula não entendeu nada. Nada. É isso que estou explicando para meu filho. Ele tem 17 anos".

Momentos especiais como esses costumam estimular um ambiente de sonho mas a realidade do momento político não costuma perder a chance de produzir provocações e atos de intimidação. Logo depois de desembarcar numa casa das redondezas, onde ficariam hospedados durante a feira, um grupo de sem-terra foi chamados a prestar depoimento numa delegacia. É que, ao ver aquelas pessoas de camisa vermelha, bonés e bandeiras, um vizinho não achou possível que fossem inquilinos. Convencido de que se tratava de uma invasão, fez uma denúncia à policia. "Foi só começo de uma longa jornada," conta uma advogada que acompanhou o caso. "Quando explicamos que o imóvel fora alugado, quiseram ver o contrato. Quanto mostramos uma cópia do contrato, quiseram o original. E quando viram o original, pediram uma cópia autenticada. Dá para entender, né?"

Às 10 da noite de sábado para domingo, um grupo de 40 feirantes do Ceará e de Pernambuco voltava para Cotia, nas vizinhanças de São Paulo, aonde estava hospedado. No meio do caminho, o ônibus no qual viajavam foi interceptado por um carro, que surgiu de repente na entrada, forçando uma parada brusca. Já de fora do carro, um deles disse ao motorista: "aqui sem-terra não entra". É claro que o ônibus dos feirantes acabou abrindo passagem, após a chamada da polícia e de negociações que se prolongaram -- estranhamente, dado o absurdo da cena -- por mais de uma hora.   Mas a imagem vergonhosa do fascismo permanece.


Veja matéria completa no link a baixo:

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Flávio Dino já Cumpriu 92%

A má-fé da claque sarneysista


O jornalismo praticado pelos veículos de comunicação ligados ao oligarca José Sarney surpreende a todos, todos os dias, com os mais diversos absurdos possíveis. Mas, desta vez, eles parecem ter passado de todos os limites.
Em bloco, jornal e blogs atacaram o levantamento feito pelo portal da Rede Globo, o G1, que coloca o governador Flávio Dino como o que mais cumpriu promessas em todo o Brasil, cerca de 92% dos compromissos assumidos já estão completos ou parcialmente. O fato desesperou o jornalismo sarneysista, que partiu para o ataque contra a pesquisa.
O detalhe que eles não explicam é que o jornal O Estado do Maranhão, que traz matéria de capa hoje atacando o levantamento, divide a mesma redação e os mesmos profissionais do próprio G1, responsável pelo levantamento.
O dado positivo para o governador Flávio Dino foi lançado pelo site utilizando metodologia do próprio G1, e não do governo. Após a repercussão nacional que ratificou a boa gestão de Dino, os sarneysistas quiseram voltar atrás e desqualificar a pesquisa. Agora, dizem que o governo mente ao repercutir dados mentirosos.
Seria má-fé ou mau-caratismo dos sarneysistas? O certo é que esse episódio demonstra a baixa credibilidade do grupo mafomidiático da oligarquia. Não dá pra levar a sério quem se desmente para atacar outro.


Leia mais: http://jornalpequeno.blog.br/johncutrim/ma-fe-do-jornalismo-sarneysista/#ixzz53FBhPOQa

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Protagonismo nacional do Governador do Maranhão

Ano de 2017 ratifica protagonismo nacional de Flávio Dino


Flávio Dino tem sido uma das vozes mais lúcidas do Brasil quando o assunto é a análise da conjuntura política nacional. Desde o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff – em que foi um dos únicos a denunciar os efeitos nocivos que o golpe traria ao país – o governador do Maranhão tem sempre sido ouvido para emitir opiniões acerca dos rumos eleitorais e políticos brasileiros.
Veículos de relevância nacional como Folha de São Paulo, UOL, Brasil 247, Estadão, Revista Fórum, entre outros, entrevistaram Flávio Dino durante o ano de 2017. Além da curiosidade em saber como um dos mais pobres estados do país está conseguindo se manter equilibrado em meio a maior crise econômica da história brasileira, jornalistas de todo o país entrevistam o governador que tem analisado panoramas certeiros e corajosos desde 2016.
Ainda no ano passado, em meio ao golpe contra a ex-presidente Dilma, Flávio Dino já afirmava que “um impeachment sem base jurídica não seria um ponto final, mas o início de um longo ciclo de vinganças, retaliações e violência” e que “o Brasil tem hoje uma classe dominante, representada pelo capital financeiro e pelos meios de comunicação, subversiva e que decidiu atear fogo às próprias vestes”. Todas essas opiniões acabaram por se concretizarem após esse período.
Juiz federal eleito em primeiro lugar no mesmo concurso de Sérgio Moro, Flávio Dino ambienta todas as suas opiniões em bases jurídicas sólidas, o que lhe dá mais ainda lucidez e credibilidade na hora de analisar as situações políticas brasileiras. Por isso tem sido uma voz cada vez mais ouvida em meio a um mar de incertezas, sobretudo no campo jurídico, que paira sob a política nacional atualmente.
Por sua inteligência de análise da conjuntura do Brasil e sua capacidade administrativa que tem sido exemplo para todo o país em meio a uma aguda crise financeira, Flávio Dino ratifica, cada vez mais, o seu protagonismo a nível nacional. O ano de 2017 só provou isso.


Leia mais: http://jornalpequeno.blog.br/johncutrim/ano-de-2017-ratifica-protagonismo-nacional-de-flavio-dino/#ixzz52aHEhfcK

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Temer: investida para garantir presença de deputados

BRASÍLIA - O governo iniciou uma investida para garantir a presença de deputados da base aliada que se declaram indecisos e até mesmo favoráveis à denúncia contra o presidente Michel Temer na sessão da Câmara que vai analisar a acusação formal por corrupção passiva. O Planalto quer garantir que a votação seja concluída nesta quarta-feira, 2, no plenário. O objetivo é não depender da oposição, que reúne cerca de 100 deputados e pode adotar a tática de não registrar presença e obstruir a sessão para impedir que a votação ocorra.
Michel Temer: Na quarta-feira, Câmara dos Deputados decide se denúncia contra Temer por corrupção passiva vai em frente
O Planalto age para liquidar a votação o mais rápido possível, principalmente para não deixar Temer exposto ao surgimento de fatos – como possíveis novas delações – que possam mudar o placar, hoje considerado favorável ao presidente. 
Integrantes da chamada “tropa de choque” de Temer na Câmara passaram a ligar para os deputados da base indecisos e favoráveis à denúncia para pedir que compareçam à sessão desta quarta-feira, independentemente de como votarão. Nas conversas, apostam no argumento de que esses parlamentares não podem fazer o “jogo” do PT. Parte da legenda petista defende não dar quórum para impedir a votação.
A sessão plenária em que a aceitação ou não da denúncia será analisada está marcada para começar às 9 horas. A votação de fato, contudo, só poderá iniciar quando pelo menos 342 deputados registrarem presença – mesmo número mínimo de votos exigidos para que a denúncia seja aceita pela Câmara. O governo acredita que tem condições de garantir essas presenças apenas com a base aliada. Pelos cálculos de governistas, os partidos da base reúnem juntos 380 deputados.
“A bancada do PMDB estará presente para votar”, afirmou o líder do partido na Câmara, Baleia Rossi (SP), um dos deputados mais próximos de Temer. Segundo ele, o presidente pediu durante reunião neste domingo, 30, que líderes da base aliada mobilizem suas bancadas para “votar a qualquer momento”.
Doze ministros do governo que são deputados licenciados devem reassumir os mandatos na Câmara para ajudar a barrar a denúncia.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reafirmou nesta quarta-feira ter certeza de que haverá presença mínima para a votação. “Vai ter quórum”, disse ao Estadão/Broadcast.
Estratégia comum. Líderes de partidos da oposição vão se reunir nesta terça-feira, 1.º, para tentar traçar uma estratégia conjunta de atuação. O grupo está dividido sobre registrar presença ou não e ajudar o governo a ter o quórum mínimo. A estratégia de obstruir a sessão é defendida por parlamentares da Rede e do PSOL. Segundo eles, postergar a decisão pode aumentar o desgaste de Temer.
Além de grupos do PT, parte do PC do B e do PDT, no entanto, tem defendido que é melhor realizar a votação nesta quarta-feira para expor os deputados da base à pressão popular. Além da acusação formal por corrupção passiva já em tramitação na Câmara, a Procuradoria-Geral da República ainda estuda apresentar até setembro pelo menos mais uma denúncia contra Temer por obstrução de Justiça e organização criminosa.
O líder do PT, deputado Carlos Zarattini (SP), rebateu as críticas de que o partido, mirando nas eleições de 2018, estaria preferindo que Temer se salvasse da denúncia para continuar fragilizado até o próximo ano. “Não existe essa conversa de deixar o presidente da República sangrar”, disse.
Já o deputado Sílvio Costa (PT do B-PE) fez um apelo para que os colegas da oposição não marquem presença na sessão. “Se a gente não votar, talvez Temer tenha alguma dignidade e renuncie.”

http://www.msn.com/pt-br/noticias/crise-politica ...