sexta-feira, 1 de março de 2019

Luis Fernando já é Secretario?



Governador Flávio Dino e o futuro comandante da Secretaria de Programas Estratégicos
Luis Fernando e Flávio Dino - créditos para Isaías Rocha.com.br

Há alguns dias a movimentação de blogueiros e outros noticiaristas em busca da verdade sobre a participação de Luis Fernando na administração do estado causou uma grande disputa pra ver quem conseguiria dar a verdadeira em primeira mão.

Eis que depois de adentrarem pela noite em conversação sobre a disponibilidade de uma secretaria para o prefeito de São Jose de Ribamar, foi anunciado que Luis Fernando, que ocupou por mais de uma vez a cadeira de prefeito da maior cidade balnearia da grande ilha, aceitou o convite do governador para chefiar um dos postos no seu governo.
Flavio Dino e Luis Fernando terminaram por identificar a secretaria de programas Estratégicos do estado do Maranhão onde o prefeito será o chefe.

Como era de se esperar, ha quem comemorou a saída de Luis Fernando da prefeitura d Ribamar, que passará a ser administrada pelo vice prefeito José Eudes Sampaio Nunes (PTB). Apesar de gerir com considerável responsabilidade, contornando deficiências decorrentes da crise que começou mundialmente e terminou por atingir drasticamente o Brasil.

Enfim, ficou acertado que na segunda feira após o carnaval, dia 21 de março de 2019, o prefeito de São José de Ribamar, o peessedebista Luis Fernando Moura da Silva, conhecido no meio político como Luis Fernando, deixara o argo para assumir uma pasta no governo de Flavio Dino, ele será o Secretario de Programas Estratégicos do estado Maranhão.

Pairam no ar questões de deixar muitos de orelha em pé: porque Luis Fernando trocaria a prefeitura de Ribamar por uma secretaria de estado? Qual os planos de Flávio Dino acolhendo Luis Fernando em uma secretaria?


domingo, 24 de fevereiro de 2019

Os Secretários de Flavio Dino

Muitos aguardam a conclusão das escolhas do governador Flávio Dino para as chefias de órgãos e secretarias no estado,
Nesta segunda feira, 25fev, será anunciado o quadro de mudanças já em definitivo. Isso não quer dizer que não haverá outras movimentações para outros órgãos/secretarias, pois, ainda se aguarda a decisão do atual prefeito de São José de Ribamar, a respeito de conversa com o chefe da casa civil Marcelo Tavares, sobre Luís Fernando ocupar um espaço na administração do estado.
Além disso, existe expectativas de mudanças em outros órgãos, como por exemplo a CAEMA, que desviou olhares diante de varias especulações lançadas ao espaço e captadas por multiplicadores. Outra empresa do estado que se encontra em suspense a respeito de alterações e a  Comissão Permanente de Licitação do Estado do Maranhão - CCL, que nas últimas semanas foi alvo de debates internos sobre eventuais mudanças na instituição, assunto não divulgado oficialmente, mas que causou grande ansiedade no seu quadro, efervescido pela nomeação de um de seus "membros" para a EMARHP- Empresa Maranhense de Administração, Recursos Humanos e negócios Públicos, o advogado e  professor auxiliar da Universidade Estadual do Maranhão e atual Funcionário do Tribunal de Justiça do Estado Mayco Murilo Pinheiro. Talvez amanha se esclareça!


Por outro lado, o governador Flávio Dino deixou claro, durante o evento em que o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) acolheu o Partido Pátria Livre (PPL), que pretende ser candidato a presidente do Brasil nas eleições de 2022, e já se prepara e prepara também seu partido para tal projeto.

Flávio Dino esteve, semana passada, em Brasília e fez colocações sobre o que a reforma da previdência proposta pelo grupo do presidente Jair Bolsonaro, onde envolve de maneira cruel a população mais pobre, como os trabalhadores rurais e também aqueles que vivem na periferia das grandes cidades, alem de citar o despreparo de parlamentares que apoiam o presidente.
veja o vídeo:




Abaixo as alterações feitas na equipe do governador Flávio Dino que serão apresentadas amanhã (25fev) em evento no espaço Pedro Neiva de Santana (Multicenter Sebrae), a iniciar se a partir das 10:00 hs da manhã.

Secretaria da Casa Civil (CC) – Marcelo Tavares, deputado estadual. Já exerceu o cargo no primeiro mandato.
Secretaria da Mulher (Semu) – Ana Mendonça, deputada estadual.
Secretaria das Cidades e Desenvolvimento Urbano (Secid) – Rubens Pereira Júnior, deputado federal.
Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima) – Fabiana Vilar Rodrigues, advogada.
Secretaria de Comunicação Social e Assuntos Políticos (Secap) – Rodrigo Lago, ex-secretário de Transparência e Controle.
Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) – Márcio Honaiser, deputado estadual e ex-secretário de Agricultura, Pecuária e Pesca.
Secretaria de Esporte e Lazer (Sedel) – Rogério Cafeteira, economista, empresário e ex-deputado estadual
Secretaria de Gestão, Patrimônio e Assistência dos Servidores (Segep) – Flávia Alexandrina, ex-secretária de Estado de Cidades e Desenvolvimento Urbano
Secretaria de Transparência e Controle (STC) – Lilian Guimarães, ex-secretária da Gestão, Patrimônio e Assistência dos Servidores.
Secretaria de Turismo (Setur) – Antônio José Bittencourt de Albuquerque Júnior, ex-secretário de Governo da prefeitura de Caxias
Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema) – Rafael Carvalho Ribeiro, engenheiro ambiental e ex-superintendente do patrimônio da União no Maranhão.
Secretaria do Trabalho e da Economia Solidária (Setres) – Jowberth Frank, sociólogo e ex-superintendente do MDA e do INCRA.
Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged) – Fabíola Ewerton Mesquita, engenheira agrônoma, especialista em tecnologia de alimentos (UFMA) e fiscal agropecuário da AGED.
Companhia Maranhense de Gás (Gasmar) – Deoclides Macedo, ex-deputado federal e ex-prefeito.
Empresa Maranhense de Recursos Humanos e Negócios Públicos (EMARHP) – Mayco Murilo Pinheiro, servidor de carreira do Tribunal de Justiça.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Cursos gratuitos no Maranhão





Maranhão: 24 cursos sem mensalidades 

liberados para o Estado




O Projeto Procapacitar esta disponibilizando cursos sem mensalidades para aqueles que
tem interesse em aperfeiçoar ou incluis conhecimentos no currículo.

O PROCAPACITAR   é mantido através de recursos privados e disponibiliza bolsas de estudos gratuitas e também parciais. O projeto possui hoje 22 cursos nas áreas: Administrativas, Informática, Educação, Saúde & Beleza, Idiomas. Cursos estes voltados a toda população.

Os cursos são prestados pelo CEPED CURSOS reconhecido nacionalmente e na America Latina como uma das melhores empresas para cursos do gênero.

Varias cidades do estado vão receber o programa e as matriculas poderão ser feitas de
acordo com a sistemática do projeto em cada da uma das regiões participantes.

Confira a integra no link abaixo.


Veja aqui os municípios participantes:


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Os áudios e textos que desmentem o presidente Jair Bolsonaro



Reprodução msn noticias
https://www.msn.com/pt-br/noticias/politica/exclusivo-os-áudios-que-desmentem-o-presidente/ar-BBTODWw
Nos bastidores da crise que resultou na demissão de Gustavo Bebianno da Secretaria-Geral da Presidência da República, houve uma intensa troca de mensagens escritas e de áudio, todas via WhatsApp, entre o presidente Jair Bolsonaro e o agora ex-ministro. Nelas, os dois trocam farpas, acusações e se desentendem sobre quase tudo. Desde o início da conversa, o estado de ânimo de cada um é diferente: Bolsonaro mostra-se irritado e impaciente, enquanto Bebianno tenta pacificar as coisas.



Reprodução - O agora ex ministro Gustavo Bebianno e o presidente Jair Bolsonaro

A relação entre eles estava estremecida desde que o jornal Folha de S. Paulo revelou um esquema de candidaturas laranjas do PSL, partido de Bolsonaro que foi presidido por Bebianno no ano passado. Mas o filho do presidente, Carlos, nunca teve simpatia por Bebianno, a quem atribui o fato de não ter conseguido controlar a área de comunicação do governo. Sabe-se que Carlos não fazia nenhuma questão de esconder do pai sua animosidade com o ministro.
A crise agravou-se na quarta-feira 13, quando o jornal O Globo trouxe uma declaração de Bebianno negando qualquer crise no governo e dizendo que, no dia anterior, havia falado com o presidente “três vezes”.
Carlos aproveitou a oportunidade para detonar Bebianno. Postou um tuíte dizendo que era “mentira absoluta” que Bebianno tivesse falado com seu pai. 
O tuíte de Carlos foi compartilhado pelo presidente. Na noite da mesma quarta-feira, Bolsonaro deu entrevista à TV Record em que afirmou que era mesmo mentira que Bebianno tivesse falado com ele.
Os áudios a que VEJA teve acesso provam que, se alguém mentiu no episódio, foram o presidente e o filho. Bebianno, como se pode constatar nas gravações a seguir, falou com o presidente por meio de mensagens escritas e pelo menos treze mensagens de áudio. Confira:
A GLOBO É “INIMIGA”
Na terça-feira 12, o presidente Bolsonaro encaminhou a Bebianno uma mensagem contendo a agenda do ministro. Nela, constava que Bebianno receberia na terça-feira, às 16h, o vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, Paulo Tonet Camargo. Ao receber mensagem do presidente, a quem trata apenas por “capitão”, Bebianno respondeu de imediato: “Algo contra, capitão?”.
Depois de insistir com algumas mensagens por escrito, Bebianno recebeu o seguinte áudio do presidente em que ele declara que a Globo é uma inimiga do governo e que, ao fazer contatos com a emissora, o colocaria em posição delicada com “as outras emissoras”:
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Bolsonaro – “Gustavo, o que eu acho desse cara da Globo dentro do Palácio do Planalto: eu não quero ele aí dentro. Qual a mensagem que vai dar para as outras emissoras? Que nós estamos se aproximando da Globo. Então não dá para ter esse tipo de relacionamento. Agora… Inimigo passivo, sim. Agora… Trazer o inimigo para dentro de casa é outra história. Pô,  tem que ter essa visão, pelo amor de Deus, cara. Fica complicado a gente ter um relacionamento legal dessa forma porque  tá trazendo o maior cara que me ferrou – antes, durante, agora e após a campanha – para dentro de casa. Me desculpa. Como presidente da República: cancela, não quero esse cara aí dentro, ponto final. Um abraço aí.”
OS MINISTROS ESTÃO CHATEADOS
Em outro momento da troca de mensagens, Bebianno envia ao presidente uma nota publicada pelo site O Antagonista. A nota informa que Bebianno e mais dois ministros – Ricardo Salles, do Meio Ambiente, e Damares Alves, da Mulher, Família e Direitos Humanos – viajariam para o Pará para discutir projetos para a Amazônia com líderes locais. Bolsonaro, ainda convalescendo no hospital, não gosta da ideia e reclama com o ministro: Pressione Ctrl + Click PARA OUVIR
Bolsonaro – “Gustavo, uma pergunta: “Jair Bolsonaro decidiu enviar para a Amazônia”? Não tô entendendo. Quem tá patrocinando essa ida para a Amazônia? Quem tá sendo o cabeça dessa viagem à Amazônia? Um abraço aí, Gustavo, até mais.”
Depois desse áudio, o presidente, aparentemente, conversa com os outros dois ministros, Salles e Damares, e os dois se mostraram incomodados com a tal viagem. Bolsonaro, por sua vez, mostra seu receio de vir a ser cobrado por obras na região amazônica e decide então cancelar a programação toda:
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Bolsonaro – “Ô, Bebianno. Essa missão não vai ser realizada. Conversei com o Ricardo Salles. Ele tava chateado que tinha muita coisa para fazer e está entendendo como missão minha. Conversei com a Damares. A mesma coisa. Agora: eu não quero que vocês viajem porque… Vocês criam a expectativa de uma obra. Daí vai ficar o povo todo me cobrando. Isso pode ser feito quando nós acharmos que vai ter recurso, o orçamento é nosso, vai ser aprovado etc. Então essa viagem não se realizará, tá OK? Um abraço aí, Gustavo!”
Os áudios acima mostram que Bolsonaro, de fato, falou “três vezes” com Bebianno, exatamente como o ministro declarara ao jornal O Globo. Querendo dar ares de normalidade à rotina do governo e assim minimizar o impacto da crise do laranjal do PSL, Bebianno declarara o seguinte ao jornal: “Não existe crise nenhuma. Só hoje (terça-feira) falei três vezes com o presidente”. Era verdade. Mas o filho Carlos postou o tuíte dizendo que ficara “24 horas do dia” ao lado do pai e não registrara qualquer conversa com Bebianno. E ainda postou um áudio em que o presidente garante que não tinha falado com o ministro – aparentemente, pai e filho consideram que troca de áudio não configura uma “conversa”.
Nos áudios seguintes, há trocas de mágoas e uma discussão bizarra sobre o que significa “falar” com alguém. Confira:
“VOCÊ NÃO FALOU COMIGO”
Neste áudio, Bolsonaro diz que Carlos não está “incitando a saída” de Bebianno. Antes, Bebianno recebera — e encaminhara cópia a Bolsonaro — uma mensagem de um jornalista (que não é identificado) dizendo que Carlos vinha conversando com deputados para derrubar o ministro.
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Bolsonaro – “O caso incitando a saída é mais uma mentira. Você conhece muito bem a imprensa, melhor do que eu. Agora: você não falou comigo nenhuma vez no dia de ontem. Ele esteve comigo 24 horas por dia. Então não está mentindo, nada, nem está perseguindo ninguém.”
“ISSO ESTÁ ERRADO”
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Bebianno – “Capitão, há várias formas de se falar. Nós trocamos mensagens ontem três vezes ao longo do dia, capitão. Falamos da questão do institucional do Globo. Falamos da questão da viagem. Falamos por escrito, capitão. Qual a relevância disso, capitão? Capitão, as coisas precisam ser analisadas de outra forma. Tira isso do lado pessoal. Ele não pode atacar um ministro dessa forma. Nem a mim nem a ninguém, capitão. Isso está errado. Por que esse ódio? Qual a relevância disso? Vir a público me chamar de mentiroso? Eu só fiz o bem, capitão. Eu só fiz o bem até aqui. Eu só estive do seu lado, o senhor sabe disso. Será que o senhor vai permitir que eu seja agredido dessa forma? Isso não está certo, não, capitão. Desculpe.”
“POR QUE ESSE ÓDIO?”
Em outro áudio enviado ao presidente, Bebianno lembra que é um pacificador, em contraste com a personalidade espinhosa de Carlos, e chegou a ser aceito no convívio com os militares que antes lhe rejeitavam – e volta a garantir que não faltou com a verdade. “Ontem eu falei com o senhor três vezes, sim”.
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Bebianno – “Capitão, eu só prego a paz, o tempo inteiro. O tempo inteiro eu peço para a gente parar de bater nas pessoas. O tempo inteiro eu tento estabelecer uma boa relação com todo mundo. Minha relação é maravilhosa com todos os generais. O senhor se lembra que, no início, eu não podia participar daquelas reuniões de quartas-feiras, porque os generais teriam restrições contra mim? Eu não entendia que restrições eram aquelas, se eles nem me conheciam. O senhor hoje pergunte para eles qual o conceito que eles têm a meu respeito, sabe, capitão? Eu sou uma pessoa limpa, correta. Infelizmente não sou eu que faço esse rebuliço, que crio essa crise. Eu não falo nada em público. Muito menos agrido ninguém em público, sabe, capitão? Então quando eu recebo esse tipo de coisa, depois de um post desse, é realmente muito desagradável. Inverta, capitão. Imagine se eu chamasse alguém de mentiroso em público. Eu não sou mentiroso. Ontem eu falei com o senhor três vezes, sim. Falamos pelo WhatsApp. O que é que tem demais? Não falamos nada demais. A relevância disso… Tanto assunto grave para a gente tratar. Tantos problemas. Eu tento proteger o senhor o tempo inteiro. Por esse tipo de ataque? Por que esse ódio? O que é que eu fiz de errado, meu Deus?”
“NÃO VOU MAIS RESPONDER A VOCÊ”
Bolsonaro, aqui, deixa claro que trocar mensagens de áudio não configura “falar” com alguém. E abre uma nova frente de conflito. Acusa seu ministro de ter plantado uma nota em O Antagonista para envolvê-lo com o laranjal do PSL em Pernambuco. Segue-se uma discussão bizantina entre um presidente e um ministro.    
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Bolsonaro – “Ô, Gustavo, usar da… Que usou do Whatsapp para falar três vezes comigo, aí é demais da tua parte, aí é demais, e eu não vou mais responder a você. Outra coisa, eu sei que você manda lá no Antagonista, a nota (sobre Bolsonaro não atender Bebianno) foi pregada lá. Dias antes, você pregou uma nota que tentou falar comigo e não conseguiu no domingo. Eu sabia qual era a intenção, era exatamente dizer que conversou comigo e que está tudo muito bem, então faz o favor, ou você restabelece a verdade ou não tem conversa a partir daqui pra frente.”
“É DESONESTIDADE E FALTA DE CARÁTER”
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Bolsonaro – “Querer empurrar essa batata quente desse dinheiro lá pra candidata em Pernambuco pro meu colo, aí não vai dar certo. Aí é desonestidade e falta de caráter. Agora, todas as notas pregadas nesse sentido foram nesse sentido exatamente, então a Polícia Federal vai entrar no circuito, já entrou no circuito, pra apurar a verdade. Tudo bem, vamos ver daí… Quem deve paga, tá certo? Eu sei que você é dessa linha minha aí. Um abraço.”
“NÃO PLANTEI NADA”
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Bebianno – “Capitão, a nota do Antagonista que o senhor tá me acusando de ter plantado… Se o senhor olhar bem, eu localizei aqui e mandei pro senhor. Eu não plantei nada. Ela replica o que a Folha falou. Está escrito aqui: “segundo a Folha, segundo a Folha, o ministro Gustavo Bebianno tentou ligar para Jair Bolsonaro neste domingo para explicar o caso, mas o presidente não atendeu”. Quem mencionou isso não foi o Antagonista, foi a Folha. O Antagonista simplesmente replicou. Então, capitão, eu não plantei nada em lugar nenhum, tá? Abraço.
“QUEM VAZOU FOI VOCÊ”
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Bolsonaro – “Bebianno, olha como você entra em contradição. Que seja a Folha. Se foi uma tentativa tua pra mim e eu não atendi… Eu não liguei pra Folha, eu não ligo pra imprensa nenhuma. Quem ligou foi você, quem vazou foi você. Dá pra você entender o caminho que você está indo? E você tem que fazer uma reflexão para voltar à normalidade. Deu pra entender? Vou repetir: se você tentou falar comigo, um pra um, se alguém vazou pra Folha, não fui eu, só pode ser você. Tá ok?”
“NÃO VAZEI NADA”
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Bebianno – “Não, capitão, não é isso, não. Eu não tentei ligar pro senhor, eu não falei, não vazei nada pra ninguém. Eu nem tentei ligar pro senhor. O senhor mandou um recado que era pra eu não ir ao hospital. Não fui e não liguei pro senhor nenhuma vez. Deixei o senhor em paz. É… Se eu tentei ligar uma ou duas vezes, também não me lembro pelo motivo que foi, é… Não é isso, não, capitão, tá? Eu não vazei nada pra lugar nenhum, muito menos pra Folha, com quem eu praticamente não falo. Abraço, capitão.”
“O SENHOR ESTÁ ENVENENADO”
Neste áudio, Bebianno explica seu papel nas verbas do PSL remetidas para Pernambuco, reafirma que é inocente no caso das candidaturas-laranja – e diz que o presidente está “bem envenenado”, deixando implícito que o envenenador é seu filho Carlos: Pressione Ctrl + Click PARA OUVIR
Bebianno – “Em relação a isso, capitão, também acho que a coisa está… Não está clara. A minha tarefa como presidente interino nacional foi cuidar da sua campanha. A prestação de contas que me competia foi aprovada com louvor, é… Agora, cada Estado fez a sua chapa. Em nenhum partido, capitão, a nacional é responsável pelas chapas estaduais. O senhor sabe disso melhor do que eu. E, no nosso caso, quando eu assumi o PSL, houve uma grande dificuldade na escolha dos presidentes de cada Estado, porque nós não sabíamos quem era quem. É… Cada chapa foi montada pela sua estadual. No caso de Pernambuco, pelo Bivar, logicamente. Se o Bivar escolheu candidata laranja, é um problema dele, político. E é um problema legal dela explicar o que ela fez com o dinheiro. Da minha parte, eu só repassei o dinheiro que me foi solicitado por escrito. Eu tenho tudo registrado por escrito. Então é ótimo que a Polícia Federal esteja, é ótimo que investigue, é ótimo que apure, é ótimo que puna os responsáveis. Eu não tenho nada a ver com isso.  É… Depois a gente conversa pessoalmente, capitão, tá? Eu tô vendo que o senhor está bem envenenado. Mas tudo bem, a minha consciência está tranquila, o meu papel foi limpo, continua sendo. E tomara que a polícia chegue mesmo à constatação do que foi feito, mas eu não tenho nada a ver com isso. O Luciano Bivar que é responsável lá pela chapa dele. Abraço, capitão.”

Relembre falas de Jair Bolsonaro que o levaram à presidência da republica:




https://professorrafaelporcari.com/2014/12/13/e-o-nobre-e-pobre-deputado-bolsonaro/



Bolsonaro humilha os pobres: "Não ando de ônibus e nem de trem".
https://www.youtube.com/watch?v=NaKABsnGMLI



https://www.facebook.com/brasilcontrajairbolsonaro/posts/pobre-chamou-de-mito-sei-que-quer-continuar-fudidokael/719667788371975/


http://www.leiasempre.com.br/2018/06/o-bolsonaro-velho-de-guerra.html



https://www.youtube.com/watch?v=KUunxWsEquk

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Perfil do governo Bolsonaro


“O perfil do educador é classificado por servidores do Ministério da Educação como moderado. Em nenhum momento, por exemplo, ele deu declarações a favor do projeto da Escola sem Partido ou contra discussões sobre gênero em sala de aula.
"Se eu afundar, todo munda afunda junto comigo!"
Os dois temas, em debate no Congresso contra o que seria uma doutrinação partidária por professores, serviram para alavancar o nome de Bolsonaro no cenário nacional bem antes de sua pré-candidatura presidencial.
Com apoio dos evangélicos, o presidente eleito foi um dos líderes do movimento contra a discussão do que chamam de "ideologia de gênero" nas escolas.
No governo Dilma Rousseff (PT), ele denunciou a entrega para alunos do que, segundo ele, seria um kit em que se ensina a ser homossexual, o "kit gay", e de um livro de educação sexual para crianças.
A campanha envolvendo esse tema serviu de motor político para Bolsonaro, como o próprio reconheceu. Mozart chegou a ser sondado pelo presidente Michel Temer (MDB) para o mesmo cargo em 2016, mas, na época, recusou. Da mesma forma, declinou de um convite de João Doria (PSDB) para integrar o secretariado da Prefeitura de São Paulo”.
Trecho de reportagem do site: 

https://www.msn.com/pt-br/noticias/politica/suposta-escolha-de-bolsonaro-para-educa%C3%A7%C3%A3o-causa-crise-com-evang%C3%A9licos/ar-BBPYDMl?ocid=spartandhp


Com informações da Folhapress.

Atentem-se no segundo parágrafo... a ideia da eleição de Bolsonaro foi comprada devido citações e apoios a praticas fascistas, terroristas e ditatoriais. Tal fato fica muito claro nas exigências que certos congressistas fazem ao presidente eleito, de que deve cumprir tais promessas de campanha. Ora, nem é preciso analisar para verificar que todas as manifestações feitas pelo então candidato, agora eleito, terão seus interessados e cobradores, afinal, como consta desta matéria, foi por esses interesses que apoiaram e votaram no ex deputado carioca. Não aceitam nem mesmo um ministro nacionalista de verdade, estadista. Não querem representantes do povo e sim do grupo que ganhou as eleições. Toda a cúpula de governo deve ter perfil fascista, extremamente direitista e ditatorial, ao que faz parecer esta publicação do msn notícias..
Imaginemos agora o que virá, depois da cobrança do “Escola sem Partido” e “ Ideologia de Gênero”, a sequência pode trazer a ditadura, tortura, morte de mais 30.000 pessoas, estupro àquelas mulheres que merecerem (pelo próprio eleito), e, não podemos esquecer do diploma de burro para os pobres (título estes já tem), entre inúmeras outras colocações feitas pelo próprio então candidato Jair Messias Bolsonaro.
Como temos acompanhado, o presidente eleito não tem segurança nem confiança nas próprias atitudes. Já teve que voltar atrás em unificações de ministérios descabidas, entre outras ações sem logica e totalmente fora de contexto, agora essa contrapartida dos seus apoiadores de campanha em desfavor de sua pretensão ante a nomeação de Mozart.
Tem ainda a demonstração de continuidade dos “fakes” utilizados durante a campanha em desfavor de Haddad. Ao que parece, este tipo de artificio deve continuar durante o governo bolsonarista, já que tudo esta sendo trabalhado pelas movimentações que foram expostas a época.

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Inicio da Campanha de Flávio Dino será no município de Raposa

Flávio Dino dará pontapé inicial da campanha eleitoral nesta quinta-feira (16) em Raposa



Com informações do blog do Domingos Costa, na íntegra.
O governador Flávio Dino e toda sua caravana iniciarão a campanha visando a reeleição ao Palácio dos Leões pelo município de Raposa nesta quinta-feira (16), quando oficialmente começa o período eleitoral nas ruas.
A prefeita Talita, o seu pai, José Laci, e o presidente da Câmara de Vereadores, Beka Rodrigues, estiveram, nesta manhã, reunidos com a coordenação de campanha estadual para detalhar o evento.
O ato será coordenado pelo experiente ex-prefeito Laci e também reunirá os candidatos ao Senado Weverton Rocha e Eliziane Gama, além de Marcio Jerry e Andreia Rezende, nomes que serão apoiados pelo grupo como deputado federal e estadual, respectivamente.
“Será uma tarde marcante, o momento do reencontro do governador com a população raposense. O Flávio Dino trabalhou muito pela Raposa e o povo saberá reconhecer os benefícios recebidos pela Cidade. Esse evento será o primeiro ato de campanha em todo o Maranhão, e não tenho dúvida que faremos uma grande festa popular”, disse Laci ao blog.
A prefeita, por sua vez, explicou que terá pouco tempo para organizar o evento e com muitas restrições já que a nova legislação eleitoral traz uma série de proibições, mas não tem dúvida que será um grande ato.
“Já acionamos nossas lideranças, nossos vereadores e as pessoas que sempre acreditaram no nosso projeto, os próximos dois dias serão de intensas reuniões para planejar cada detalhe do pontapé inicial da campanha do nosso governador”, explicou Talita.
O local, horário e o que, de fato, será o ato será divulgado apenas na manhã de quinta.
Com informações do blog do Domingos Costa, na íntegra, com correções.

quinta-feira, 26 de julho de 2018

MBL prepara ofensiva após ser removido do Facebook

Cúpula do MBL troca WhatsApp por Telegram e prepara ofensiva, após remoção do Facebook
  Facebook argumenta que só removeu páginas e perfis que quebraram suas regras de funcionamento 
De msn noticias
Na manhã desta quarta-feira, os responsáveis pelo Facebook anunciaram a remoção da rede social de 196 páginas e 87 perfis de cunho político, principalmente ligados à direita. A lista dos usuários atingidos não foi divulgada pela empresa, mas várias das páginas afetadas eram relacionadas ao Movimento Brasil Livre (MBL). O grupo ativista de direita teve participação significativa nas manifestações pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016. 
Em comunicado divulgado na manhã de hoje, o Facebook afirma que a remoção do conteúdo é "parte de nossos esforços contínuos para evitar abusos", e que a empresa agiu após uma "rigorosa investigação". As páginas e perfis removidos fariam "parte de uma rede coordenada que se ocultava com o uso de contas falsas no Facebook, e escondia das pessoas a natureza e a origem de seu conteúdo, com o propósito de gerar divisão e espalhar desinformação".
Após a ação, o MBL lançou uma campanha contra a medida em diversas redes sociais - incluindo o próprio Facebook e o WhatsApp, que também pertence à empresa americana.

BBC Ao longo do dia de hoje, a página do MBL no Facebook dedicou-se a denunciar a suposta 'censura' do Facebook | Imagem: Reprodução/Facebook
"É ação coordenada. Estão censurando em camadas. Completamente orwelliano", escreveu um dos coordenadores do movimento em mensagem à BBC News Brasil pelo WhatsApp. A referência é ao escritor britânico George Orwell (1903-1950). No livro "1984", Orwell descreve uma sociedade totalitária, na qual os cidadãos são controlados por uma mistura de propaganda, revisionismo histórico, vigilância e censura.
Ao longo da quarta-feira, a cúpula do movimento começou a estudar formas de responder ao que consideram um ataque do Facebook. Políticos simpáticos ao grupo no Congresso Nacional foram acionados para rechaçar a medida e o grupo estuda a possibilidade de mover ações judiciais contra o Facebook, além de cogitar a realização de manifestações. Ao mesmo tempo, um procurador da República em Goiás, Ailton Benedito, requisitou à empresa a lista de páginas e perfis removidos.
A cúpula do MBL também tomou hoje uma medida de segurança: os coordenadores nacionais do grupo passaram a usar o Telegram, aplicativo de mensagens de origem russa considerado uma alternativa ao popular WhatsApp. É que este último pertence ao Facebook. "Não confio (no WhatsApp)", justificou um coordenador.
No mundo político, a medida do Facebook foi comemorada por representantes da esquerda. O candidato do PSOL à Presidência da República, Guilherme Boulos, classificou o MBL de "rede criminosa de calúnias e fake news". "Agora é preciso investigar quem financiou e financia esta turma", escreveu ele no Twitter. Também pelo Twitter, o senador Humberto Costa (PT-PE) disse que o MBL "foi pego pelo Facebook por manter uma rede de páginas e contas falsas com a finalidade de propagar mentiras".
O comunicado do Facebook é assinado por Nathaniel Gleicher, identificado como líder de Cibersegurança da empresa. "Nós estamos agindo apenas sobre as páginas e os perfis que violaram diretamente nossas políticas, mas continuaremos alertas para este e outros tipos de abuso, e removeremos quaisquer conteúdos adicionais que forem identificados por ferir as regras", diz o texto.
Um dos coordenadores do MBL, Pedro D'Eyrot, diz que o Facebook está promovendo "uma cruzada" contra o grupo. "O que nós temos agora é uma empresa estrangeira interferindo na política brasileira, sob a desculpa esfarrapada de tentar proteger as eleições (de notícias falsas)", diz ele. "A partir do momento que eles começam a agir politicamente, a conversa (com a empresa) é outra", diz.
Em março deste ano, o jornal O Globo publicou reportagem apontando a suposta ligação do MBL com a página Ceticismo Político, que, na ocasião, divulgou o posicionamento de uma desembargadora carioca relacionando a vereadora assassinada Marielle Franco (PSOL) ao tráfico de drogas no Rio de Janeiro. O MBL nega ligação com a página - que foi derrubada nesta quarta-feira. 

Qual a reação do MBL contra o Facebook?

O grupo cogita uma manifestação contra o Facebook nos próximos dias. Também deve ingressar com ações judiciais contra a empresa - o argumento é o de que o Facebook teria rompido o artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor, pois algumas das páginas removidas tinham dinheiro aplicado para impulsionar (aumentar a visibilidade) de suas publicações.
Pessoas usando celulares: Algumas das páginas derrubadas tinham dinheiro aplicado para ampliar seu alcance, argumenta o MBL© Getty Images Algumas das páginas derrubadas tinham dinheiro aplicado para ampliar seu alcance, argumenta o MBL
Ao longo da quarta-feira, o grupo acionou congressistas de direita para falar contra a suposta "censura" do Facebook - o deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS) chegou a dizer que iria estudar a possibilidade de coletar assinaturas de seus colegas, com o objetivo de instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara.
"Acredito que o melhor ambiente para estes esclarecimentos seja no Congresso, com a instalação de uma CPI. Uma empresa com o tamanho e o alcance do Facebook pode influenciar na tomada de decisões dos eleitores", disse o deputado. Goergen fez a ressalva de que uma eventual coleta de assinaturas só poderia ocorrer depois do fim do recesso parlamentar.
Em outra ponta, o procurador da República em Goiás Ailton Benedito requisitou à rede social que apresente em até 48 horas a relação das páginas removidas e uma justificativa para a retirada de cada uma delas. À BBC News Brasil, Ailton disse que a requisição tem por objetivo obter dados para uma outra investigação em curso, que visa apurar se o Facebook está "impondo censura de natureza discriminatória ao usuário brasileiro".
Segundo Ailton, que é o atual chefe do MPF em Goiás, o objetivo é proteger "o direito constitucional à liberdade de informação e opinião".
"O fato de ser empresa privada não a exclui da obrigação de fornecer essas informações. Sendo um provedor de aplicativo de internet, deve estar de acordo com o Marco Civil da Internet. A internet é um serviço de natureza social e pública", argumenta o procurador. 

Quais páginas foram removidas?

Na manhã de quarta, o Facebook tirou do ar páginas ligadas a células do MBL em São José dos Campos (SP) e em Taubaté (SP). Também removeu páginas de militantes como Renato Battista e Thomaz Henrique Barbosa. Outra página removida foi a do Movimento Brasil 200, uma campanha de empresários pró-liberdade de mercado capitaneada por Flávio Rocha, dono da rede de lojas Riachuelo. Até meados de julho, Rocha era pré-candidato à Presidência pelo PRB, e contava com o apoio do MBL.
No Twitter, Rocha disse que a exclusão da página era "inaceitável" e "uma violência". "Conclamo a bancada do Brasil 200 no Congresso Nacional a tomar posição sobre essa arbitrariedade. Nem no tempo da ditadura militar se verificava tamanha arbitrariedade", escreveu ele.
Também foram excluídas páginas mantidas por apoiadores do candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL), mas não perfis oficiais ligados ao capitão da reserva.
Esta não é a primeira vez que o MBL reclama de ter seu conteúdo removido pelo Facebook. No começo de julho, a rede social tirou do ar por duas vezes uma popular página de memes de política, a Corrupção Brasileira Memes (CBM) - a página divulgava conteúdo de humor, ideologicamente associado à direita, e a maioria de seus administradores era de integrantes do MBL. A página tinha mais de um milhão de seguidores. Uma outra página de militantes do MBL no Rio de Janeiro também foi removida na mesma época.
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*Colaborou Rafael Barifouse, da BBC News Brasil em São Paulo 
https://www.msn.com/pt-br/noticias/eleicoes/após-remoção-do-facebook-cúpula-do-mbl-troca-whatsapp-por-telegram-e-prepara-ofensiva/ar-BBL3QVQ?ocid=spartandhp